No dia 23 de maio, a ESAG esteve representada numa ação de remoção do chorão, promovida pelo biólogo Miguel Leal, das Águas de Gaia. As raízes superficiais desta planta são ineficazes na fixação estrutural das areias, comprometendo a estabilidade destes ecossistemas. Esta iniciativa contribui para o desenvolvimento das espécies autóctones e para a preservação de habitats fundamentais na prevenção do avanço do mar.